Senador alerta sobre “fake News” e defende refundação do Estado

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No discurso que fez em plenário, nesta quinta-feira (15/2), o líder do PODEMOS, senador Alvaro Dias, combateu as notícias falsas que se espalham nas redes sociais, especialmente no ano eleitoral.

“Nesses últimos dias, postaram nas redes uma imagem com alguns políticos que se aposentaram. E colocam o meu nome, como se eu recebesse aposentadoria. Eu tenho direito líquido e certo de receber aposentadoria como ex-governador do Paraná há 26 anos, salário teto. A soma – nestes 26 anos – me permitiria ter de R$10 milhões depositados na minha conta bancária. No entanto, esses recursos ficaram nos cofres do Estado. Uma renúncia pessoal em respeito à população do Paraná e do Brasil. Portanto, eu repudio aqueles que maldosamente espalham notícias falsas nas redes”, disse.

O senador destacou a importância do debate construtivo e criticou os chamados “donos da verdade” que aparecem no debate eleitoral com propostas de solução para todos os problemas do País, como por exemplo a segurança pública.

“Candidatos têm a enorme responsabilidade de apresentar propostas que convençam a sociedade brasileira de que elas são realizáveis, mas ao dizer que vai fazer, é preciso mostrar como fazer. É óbvio que precisamos equipar a polícia, oferecer bons salários, mas é preciso que as propostas sejam calçadas na realidade das possibilidades financeiras do Estado brasileiro. É por isso que uma proposta de segurança pública para o País começa aqui em Brasília com a refundação da República”, ponderou.

E o que seria essa refundação? Segundo Alvaro Dias, é a ruptura com o sistema corruto e incompetente de governança: “O que precisamos é de uma reforma radical do Estado brasileiro”.

1 COMENTÁRIO

  1. Parabéns, Senador! Até agora o Sr. tem minha simpatia e de minha família como candidato à presidente. Só gostaria que o Sr. se aprofundasse mais nos seguintes assuntos: Qual o tamanho ideal do Estado brasileiro. Privatizações, fechamento de empresas estatais inoperantes, redução de funcionários de órgãos públicos e estatais, corte de regalias e de cargos comissionados, etc. Pelo que vi até agora, estou gostando, mas acho que ainda está um pouco tímido nesta questão.
    Aliás, hoje tem apenas 2 candidatos que tem minha simpatia: O Sr e o João Amoedo, do Novo, que também aborda essa questão, mas de forma mais radical

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