Alvaro Dias reapresenta projeto que cria Zona de Processamento de Exportação em Foz do Iguaçu

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O senador Alvaro Dias reapresentou, esta semana, projeto que determina a criação de uma Zona de Processamento de Exportação (ZPE) na cidade paranaense de Foz do Iguaçu. A proposta tem como objetivo levar maior dinamismo econômico à região, uma vez que as ZPEs permitem a agregação de valor aos produtos provenientes de suas atividades econômicas tradicionais, para posterior venda no mercado internacional.

O líder do Podemos no Senado explica que Foz do Iguaçu é conhecida pelos seus atrativos turísticos e dispõe de forte atividade industrial, em que despontam os setores de produtos alimentícios, minerais não metálicos, tecidos e calçados. Porém, pontua que o município ainda “carece de maiores incentivos para o aproveitamento de todo o seu potencial econômico”.

Alvaro Dias destaca que a mesorregião do Sudoeste do Paraná atende ao requisito estabelecido pelo principal diploma legal que regula a criação de ZPE: a prioridade para sua instalação em áreas que tenham facilidades para exportação. “Localizada na porção meridional-oeste do Paraná, próxima a Santa Catarina e à divisa com Argentina e Paraguai, a mesorregião possui localização privilegiada para o escoamento da produção para países do Mercosul”, justifica o parlamentar.

O senador ressalta que a instalação de uma ZPE no Paraná contribuiria para fomentar seu desenvolvimento, já que poderia ser agregado valor à produção local, baseada, principalmente, no setor primário e na agroindústria. “Nosso projeto, portanto, traz a certeza de que a instalação de uma ZPE traria imensos benefícios à mesorregião do Sudoeste do Paraná e, em consequência, à área de fronteira, fundamental para o desenvolvimento e para a segurança do país”, defende Alvaro Dias.

O projeto que cria uma ZPE em Foz do Iguaçu foi apresentado pelo senador pelo Paraná, inicialmente, em 2007, quando chegou a ser aprovado no Senado, mas acabou arquivado pela Câmara dos Deputados. Reapresentada em 2014, a proposta foi aprovada na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. Porém, acabou arquivada no fim do ano passado, com base no regimento interno da Casa, que determina o engavetamento de projetos não aprovados ao final das legislaturas.

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